sexta-feira, 3 de maio de 2013

Aprendizado cultural

Uma vez que a cultura é uma construção de grupos humanos, anterior a cada um de nós, precisamos aprender os modos de nossa cultura. Esse aprendizado se inicia no momento em que nascemos, pois o próprio modo do parto é cultural. Aprendemos com quem toma conta de nós, com as roupas em que estamos vestidos, com os sons da língua materna e assim por diante. Esse aprendizado se dá de modo informal, dentro do ambiente em que vivemos, com todas as pessoas responsáveis por cuidar de nós. Aprendemos por imitação, por tentativa e erro, castigo e premiação. Aprendemos por meio das palavras, mas também por meio dos comportamentos e atitudes dos outros. A partir do momento em que a criança entra na escola, ela passa para o sistema formal de aprendizado: aprende as regras da língua padrão, Geografia, História, Ciências, Artes, Educação Física e também regras de convívio social entre seus pares (outras crianças), entre crianças e professores, funcionários, dirigentes. Esse convívio social, entretanto, não é parte do "conteúdo formal" de nenhuma disciplina. Continua sendo ensinado por meio do comportamento e das atitudes de todos os envolvidos. 


Estudo da arte
Foto: Jonathan Nóbrega
Tudo isso diz respeito apenas à cultura de origem, ou seja, à cultura à qual a criança pertence. Ela conhece somente um modo de cultura, o seu, que se torna sua "segunda pele" e é encarada como o modo "normal", único mesmo, de fazer as coisas, de se comportar. Nesse sentido, a cultura é importante para o funcionamento do grupo, e o aprendizado cultural é indispensável para que cada indivíduo se adapte ao seu grupo. Entretanto, é de extrema importância que cada um também aprenda a contribuir para a sua cultura, criando idéias, objetos, ferramentas, colaborando no desenvolvimento de várias linguagens, enfim, mantendo sua cultura viva e adequada às necessidades do grupo. 

Do mesmo modo, é preciso aprender a interpretar a arte, seja ela um filme, uma peça teatral, um espetáculo de música, dança, circo, artes visuais, performance, happening uma vez que a arte é um dos modos humanos de atribuir significados ao mundo. 


Fazer artístico
Foto: Du Ribeiro
Aprende-se arte convivendo com obras de arte
, seja na escola, em museus, em casa, no cotidiano de cada um. A freqüentação, como é chamada essa convivência com as obras de arte, ajuda a construir um certo "vocabulário" de estilos, de artistas, épocas, linguagens, suportes. Aprende-se arte por meio do fazer artístico, explorando linguagens e materiais, o que nos faz compreender melhor as dificuldades e as soluções encontradas pelos artistas. A convivência com a arte nos mostra soluções variadas para cada um desses problemas. 

Aprende-se arte, ainda, pelo estudo da história da arte e das linguagens artísticas, bem como pelo estudo da estética, isto é, dos diversos conceitos de valor em arte. 

A cultura, portanto, é o que torna a vida humana possível no mundo. Ela é, ao mesmo tempo, um produto já elaborado pelas gerações que nos precederam, e um processo contínuo de adaptação dessa herança recebida a novos modos de vida, novos problemas, novas necessidades. E, nesse processo, a arte, por não ter utilidade prática imediata, é um campo privilegiado de experimentações, de crítica, até mesmo de denúncia de práticas sociais ultrapassadas. Por meio das obras de arte, é possível vislumbrar outros valores importantes para a vida humana. 

Cultura contemporânea

:: Cultura contemporânea 


Cena do programa "Show do milhão",
entretenimento na  TV
Foto: Divulgação
A cultura contemporânea, também chamada de pós-moderna, caracteriza-se pela flexibilização das fronteiras entre erudito e popular, tradição e novidade, cultura letrada e cultura oral, cultura regional e cultura global, cultura dominante e cultura dominada. Caracteriza-se também pela fragmentação entre múltiplas afiliações, preferências, papéis sociais, etnias, gêneros e assim por diante. 

A cultura do livro, da leitura de um texto, que demanda um tempo de trabalho visando à compreensão das idéias do autor, um tempo emocional para entrar no universo aberto pela história e pela temática, vem sendo substituída pela cultura que se poderia chamar de audiovisual: em parte, uma cultura oral, passada de boca em boca, comentada em cada esquina, repetida por muitos; em parte, uma cultura visual, da imagem. Esse modo cultural contemporâneo é sustentado pelo entretenimento, pela publicidade, mas também pela moda, que oferece, com rapidez, aquilo que se poderia desejar sem demandar grandes esforços. Por exemplo, no videoclipe, o que importa é que nos entreguemos ao desfile de imagens e sons, às eventuais emoções que eles possam suscitar, sem precisar procurar um fio narrativo ou tentar estabelecer ligações de sentido entre letra, imagem e som. 

A cultura do entretenimento, ao oferecer o mundo como espetáculo constante, a ser consumido e descartado a cada novo momento, propicia a falta de reflexão, a imitação de padrões às vezes inadequados às necessidades sociais do grupo ou pessoais, a confusão entre realidade e ficção. Como exemplo, podemos citar a eleição a cargos públicos de tantos profissionais do entretenimento, sejam eles cantores, atores de cinema, ou apresentadores de programas sensacionalistas de rádio ou de televisão, como o caso de Afanásio Jazadi (eleito deputado estadual por São Paulo em 1986) que se promoveu à custa de exibir o mundo do crime. 


Reprodução
A publicidade também projeta, por meio de imagens e trilhas sonoras, aquilo que gostaríamos de ser, mesmo que não o sejamos. Sempre se pode usar o produto, em lugar da qualidade anunciada. E, nessa tarefa, a moda também ajuda a projetar a imagem que se faz de si mesmo ou que gostaríamos que os outros fizessem de nós. O que não se pode esquecer, entretanto, é que a imagem, apesar de mais concreta do que a palavra, é certamente mais ambígua, e seu sentido precisa ser interpretado com cuidado. A imagem se apresenta no espaço e pode ser percebida em um relance, em um instante. Entretanto, para que sua leitura seja mais completa e profunda, precisamos de tempo para analisá-la. Quais são os valores que a imagem projeta? Que elementos ali presentes compõem a mensagem? Como eles se articulam entre si, ou com os textos verbal e musical? O que dizem do contexto de produção? Como se ligam ao contexto de consumo? 

A cultura contemporânea é plural, oferece inúmeras possibilidades de identificações diferentes, simultâneas ou não. Será ela, contudo, mais democrática? Ou será que só cria a ilusão de inclusão, de permissão de múltiplas escolhas? Devemos sempre nos lembrar que, para escolher livremente, precisamos conhecer as alternativas e o que elas significam em termos de direitos, deveres e conseqüências. 

Cultura e arte

:: Cultura e arte


Reprodução de obras de arte e artesanato brasileiro

Ao falar de cultura, é possível fazer um corte no sentido amplo do termo e referir-se apenas a alguns aspectos da produção humana, ligados às diferentes práticas artísticas: pintura, dança, música, teatro, literatura, cinema, vídeo, escultura, entre outras. Essa produção cultural, além do caráter simbólico que toda cultura tem, existe independentemente das relações utilitárias e funcionais, ou seja, podemos dizer que elas são inúteis para a nossa vida prática. Um vaso grego, por exemplo, extrapola o valor utilitário de objeto para guardar água, vinho ou óleo. Esse vaso era feito para aparecer, para figurar entre as coisas do mundo, apoderando-se da atenção do espectador, comovendo-o, revelando significados internos que sobrevivem a cada geração. É o reflexo de uma civilização que prezava a simetria, a beleza ideal, o culto aos deuses, a perfeição do fazer artístico e artesanal. 

Nesse sentido, então, nem tudo é obra de cultura e é necessário estabelecer distinções entre o que é cultura e o que é entretenimento ou diversão. 


"Projectio (Ladder)" (1984),
de Regina 
Silveira
Reprodução
Uma obra de arte nos traz um novo conhecimento de mundo. 
Esse conhecimento não é lógico e racional, mas intuitivo, concreto e imediato, na medida em que nos faz compreender um sentimento de mundo. Voltando ao exemplo do vaso grego, podemos perceber que ele nos transmite o sentimento de um mundo simétrico, proporcional, razoavelmente estável e seguro. Já uma obra de arte contemporânea, como as anamorfoses de Regina Silveira, em que os objetos do cotidiano são apresentados como sombras deformadas dos objetos que existem no mundo real, nos traz o sentimento de um mundo desordenado, torto, inseguro. Um exemplo mais próximo, o videoclipe, revela a velocidade da vida contemporânea (com mudanças bruscas de cena), a fragmentação e a falta de sentido aparente. 

A obra de arte, para ter esse efeito sobre nós, apresenta um modo novo de ver a realidade, porque ela não se refere necessariamente ao que de fato existe. A arte não representa o mundo como ele é, mas como poderia ser. Para isso, ela inova em termos de materiais – por exemplo, uma escultura hoje pode ser construída a partir da luz e não de materiais tradicionais como a madeira, a pedra ou o metal; ou uma obra "desenhada" com cortes sobre a tela, em vez da tinta. Inova em temas, inova em estilos e linguagens, cria novos códigos para ser fiel à sua função de evocar um sentimento de mundo. 


"Roda de Bicicleta" (1913),
de Marcel Duchamp
Reprodução
A arte não tem a obrigação de explicar nada, não é um discurso lógico e, nesse sentido, não explica nada por conceitos. Ela nos faz sentir, por meio de uma obra concreta, uma possibilidade do mundo entrevista pelo artista. Ela nos traz a compreensão de certos aspectos do mundo. 

Um produto para o entretenimento e diversão, ao contrário, é repetitivo, só confirma o que já sabemos, ajuda-nos a passar o tempo de uma forma agradável, sem que precisemos engajar nossa sensibilidade, nossos sentimentos ou nossa inteligência na sua interpretação. Ele reforça os valores da cultura em sentido amplo: sabemos de antemão que os maus serão punidos, os bons recompensados, a personagem principal não vai morrer no fim da história, e todos os problemas serão resolvidos a contento, a fim de não provocarem angústias e dúvidas a respeito da vida e do mundo. Esses produtos apaziguam, não criam polêmicas, não nos obrigam a mudar de atitude ou modo de ser e pensar. Eles são construídos respeitando e reafirmando os códigos da cultura dentro da qual são criados. Por isso mesmo, têm o poder de entreter e divertir. 


Cultura ou culturas?

:: Cultura ou culturas? 


"Operários" (1933), de
Tarsila do Amaral
Devemos falar de uma só cultura ou de muitas culturas? Mesmo dentro de um país, existe uma cultura homogênea, ou várias culturas que se sobrepõem, coexistindo lado a lado? 

Na verdade, basta olhar ao nosso redor para sabermos que há muitas culturas dentro de cada país. No caso do Brasil, temos contribuições culturais da colonização pelos portugueses, dos povos indígenas que habitavam estas terras, dos africanos que foram trazidos como escravos, dos imigrantes italianos, alemães, japoneses, coreanos. O que mantém a unidade, entretanto, entre essas várias culturas é a ocupação de um mesmo território, o uso da mesma língua, o compartilhamento de uma mesma história nacional. 

É possível, entretanto, falar também de cultura caipira, cultura rural, cultura sertaneja, cultura urbana, cultura nordestina, cultura paulista, cultura carioca e assim por diante, apenas considerando a diversidade geográfica do país e os diferentes tipos de vida de cada um desses grupos. 

É só comparar a cultura do Rio Grande do Sul com a do Amazonas para sabermos que as diferenças também são imensas. Do ponto de vista geográfico, o estado do Rio Grande do Sul é dominado pelos pampas, ou seja, por grandes planícies de vegetação rasteira, adequadas para a criação de gado em grandes fazendas. O clima é subtropical, com quatro estações bem demarcadas. O tipo de ocupação dessas terras dá origem à cultura gaúcha, da qual fazem parte o chimarrão, a bombacha, a chimarrita, o churrasco feito a céu aberto, um vocabulário adequado às necessidades e tradições da região. Essa cultura, ainda hoje, é preservada nos Centros de Tradição Gaúcha, que se encarregam de transmiti-la a crianças e jovens, mantendo-a viva no cotidiano de seu povo. 

Na Amazônia, ao contrário, a presença da floresta, dos grandes rios e dos igarapés, das várias tribos indígenas levam ao florescimento de uma outra cultura, mais ligada ao modo de vida ribeirinho, dependente da pesca e da coleta. As histórias, as festas, os mitos fazem menção aos animais da floresta que trazem sorte ou azar, mesclando-os a personagens da corte portuguesa. 

Tudo é cultura?

:: Tudo é cultura? 

Sim e não, dependendo de usarmos o conceito amplo de cultura ou o conceito restrito. Considerando, em primeiro lugar, o conceito amplo ou antropológico, cultura é o modo como indivíduos ou comunidades respondem às suas próprias necessidades e desejos simbólicos. O ser humano, ao contrário dos animais, não vive de acordo com seus instintos, isto é, regido por leis biológicas, invariáveis para toda a espécie, mas a partir da sua capacidade de pensar a realidade que o circunda e de construir significados para a natureza, que vão além daqueles percebidos imediatamente. A essa construção simbólica, que vai guiar toda ação humana, dá-se o nome de cultura. 

A cultura, nesse sentido amplo, engloba a língua que falamos, as idéias de um grupo, as crenças, os costumes, os códigos, as instituições, as ferramentas, a arte, a religião, a ciência, enfim, toda as esferas da atividade humana. Mesmo as atividades básicas de qualquer espécie, como a reprodução e a alimentação, são realizadas de acordo com regras, usos e costumes de cada cultura particular. Os rituais de namoro e casamento, os usos referentes à alimentação (o que se come, como se come), o preparo dos alimentos, o tipo de roupa que vestimos, a língua que falamos, as palavras de nosso vocabulário, tudo isso é regulado pela cultura à qual pertencemos. A função da cultura é tornar a vida segura e contínua para a sociedade humana. Ela é o "cimento" que dá unidade a um certo grupo de pessoas que divide os mesmos usos e costumes, os mesmos valores. 

Deste ponto de vista, portanto, podemos dizer que tudo o que faz parte do mundo humano é cultura. 





Festival do Choro e Samba

Começou neste sábado, dia 20/4,  o Festival Choro e Samba em Belo Horizonte, em comemoração ao Dia Nacional do Choro (data de nascimento de Pixinguinha).
Veja algumas vídeos abaixo e fotos dos dias 20 e 21/04 no Espaço Funarte.







Olha como tem coisa boa, em vários locais…
Dia 20/04, SÁBADO
Local: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Floresta – BH
No projeto samba e choro, haverá cinco shows, intercalados com apresentação de uma bandinha, composta por 10 músicos, que vai circular no meio da plateia, executando sambas conhecidos. No palco, duas atrações do Rio de Janeiro e três de Minas Gerais.
11h – Distribuição de ingressos gratuitos e abertura dos portões;
12h/13h – Mestre Samba (MG);
13 / 3h30 – Bandinha do Marcão (MG);
13h30min/14h30min – Senta a Pua (MG);
14h30/15h – Bandinha do Marcão (MG);
15h/16h – Áurea Martins e Daniela Spielmann (RJ);
16h/16h30 – Bandinha do Marcão (MG);
16h30/17h30 – Luiza Dionizio e Regional do Bola Preta (RJ);
17h30/18h – Bandinha do Marcão (MG);
18h/19h – Aline Calixto convida Gustavo Maguá (MG);
Dia 21/04, DOMINGO
Local: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Floresta – BH
Neste dia,acontece o projeto estadual “Choro e Samba”, viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e o projeto Federal FMI – Festa da Música Instrumental. Haverá apresentação da “bandinha” circulando entre o público, desta vez executando musicas conhecidas do Choro. Neste dia também, haverá uma transmissão, ao vivo do local, do programa Hora do Coroa, pela rádio Itatiaia, sob o comando do radialista Acir Antão. Terá também lançamento de dois CDs: “Ouro e Prata” da dupla: Zé da Velha e Silvério Pontes e “Uma História do Cavaquinho Brasileiro”, do músico e historiador do Choro, Henrique Cazes.
8h – Distribuição de ingressos e abertura dos portões;
9h /10h – Sarau Brasileiro convida Ligia Jacques, Ana Cristina e Carla Vilar (MG);
10h /11h Flor de Abacate (MG);
11h/11h30 – Aurélie & Verioca (França);
11h30/13h – Zé da Velha e Silvério Pontes (RJ) convidam Bebê Kramer (RS);
13h/14h – Bandinha do Marcão (MG);
14h/15h – Velha Guarda do Clube do Choro de BH (MG);
15h /15h30 – Bandinha do Marcão (MG);
15h30/16h3 – Henrique Cazes (RJ), convida Mark Duggan (Canadá);
16h30/17h – Bandinha do Marcão (MG);
17h/19h – Madeira e seus Chorões (MG)
Dia 22/04, SEGUNDA-FEIRA
Projeto Pinzidin – Choro no Palco
Local: Conservatório de Música da UFMG – AV. Afonso Pena 1534 – Centro – BH.
Capacidade do teatro de 220 lugares.
Associado ao projeto Pizindin, que é apresentado no local, sempre às segundas feiras, a Semana Nacional do Choro tem a sua continuidade, com a apresentação de Henrique Cazes (RJ), ao Cavaquinho acompanhado de João Camareiro (SP), ao Violão 7 cordas. Durante a apresentação, o historiador Henrique Cazes vai narrar diversas histórias do choro e de chorões. Ingressos ao preço de R$15,00 inteira e R$7,00 a meia entrada.
20h/21h30 – Henrique Cazes e João Camareiro.
Dia 23/04, TERÇA FEIRA
Comemoração do Dia Nacional do Choro
Local: Grande Teatro SESC PALLADIUM – Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro – BH.
Capacidade 1.300 pessoas
Em conjunto como o Clube do Choro de Belo Horizonte, na data oficial do dia Nacional do Choro, nascimento de Pixinguinha, acontece no grande Teatro do Palladium, um show comemorativo. Ingresso gratuito, com doação de 1 kilo de alimento não perecível, destinado a instituições carentes.
Apresentação de Acir Antão.
Show com Regional do Clube do Choro e convidados locais e de outros estados.
20h30/22h30 – Clube do Choro de Belo Horizonte, apresenta seu regional:
Silvio Carlos, Regencia e Violão 7 Cordas; Warley Henriques, Cavaquinho; Carlos Walter, Violão de 6 cordas; Ricardo Acácio, Percussão.
Convidados: Waldir Silva, Cavaquinho; Hélio Pereira, Bandolim; Elisa Behrens, Acordeon; Fernando Sodré, Viola; Paulinho Pedra Azul, Voz; Zé da Velha, Trombone; Silvério Pontes, Trompete; Henrique Cazes, Cavaquinho.
Dia 24/04, QUARTA-FEIRA
Circuito Mineiro Choro – Roda de Choro do Bar Dalva Botequim
Local: Dalva Botequim – Bairro Funcionários – Praça ABC – Funcionários – BH.
Capacidade do Local: 200 pessoas
Prossegue a Semana Nacional do Choro, desta vez no Bar Dalva Botequim, na Praça ABC, local tradicional do Choro na Capital.
19h/22h – Grupo Choro Nosso;
Dia 25/04, QUINTA-FEIRA
Circuito Mineiro do Choro – Roda de Choro do Bar do Bolão
Local:Bar do Bolão – Rua Vila Rica, 637 – Bairro Padre Eustáquio – BH.
Capacidade do Local: 200 pessoas.
Em continuidade a Semana Nacional do Choro, no projeto Circuito Mineiro do Choro, a famosa roda de choro do Bar do Bolão. O local pode ser considerado a sede artística do Clube do Choro de Belo Horizonte, onde sempre às quintas-feiras rola apresentações de grandes nomes do choro de Belo Horizonte e visitantes.
19h/22h – Roda de Choro do Clube do Choro
Dia 26/04, SEXTA FEIRA
Circuito Mineiro do Choro – Roda de Choro do Bar Pedacinhos do Céu
Local: Pedacinhos do Céu – Rua Belmiro Braga, 774 – Bairro Caiçara.
Capacidade do Local: 200 pessoas
Programação:
20h /23h – Grupo Pedacinhos do Céu
Dia 27/04, SÁBADO
Local: Feira Tom Jobeim – Av. Carandaí, esquina com Av. Brasil – Bairro Santa Efigênia – BH.
Capacidade do Local: 500 pessoas.
12h /14h – Ausier Vinicius;
14h/16h – Trio Minas Instrumental
Dia 28/04, DOMINGO
Local: Status Livraria – Rua Pernambuco, 1150 – Savassi – BH.
Capacidade do Local: 200 pessoas.
Encerramento das comemorações da Semana Nacional do Choro, quando haverá uma grande roda de Choro, com participações dos músicos sócios do Clube do Choro de Belo Horizonte e convidados.
11h/16h – Rodas de Choro do Clube do Choro de Belo Horizonte.

 
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